terça-feira, 6 de setembro de 2011

       Nosso jeito estranho de amar...


Nosso jeito estranho de amar...
Você aí a me desejar...
Que às vezes me ponho à pensar...
Será que um dia juntos iremos  ficar???
Nossos mundos adversos será que um dia
se unirá???
Nosso jeito estranho de amar...
Você “Livre” e eu a penar...
Teu corpo chama...deseja me tocar...
Algemas me prendem e eu fico a chorar...
Nosso jeito estranho de amar...
Palavras ,sonhos nós dois a poetar...
Distância que fere e machuca o nosso gostar...
Nosso jeito estranho de amar...
Cheiro de rosas no ar ...
Seus jardins estão a transbordar...
Logo outras flores irá cheirar...
E eu sozinha sem seu amor irei ficar...
Perdida, vazia neste jeito estranho de amar...
O silêncio virá atormentar...
Dizendo aos ventos, que perdi o meu sonhar...
A felicidade plena e deixou o vazio,
 uma razão pra chorar...

          Valéria Lopes

Você foi...

                    Você foi....



Você foi... o sorriso
A minha emoção preferida...
Você foi... a liberdade ...
A minha felicidade...
Você foi... o incerto ...
Que parecia possível...
Você foi...a palavra dita...
Que teve significado...
Você foi...o meu eu...
O meu poema predileto...
Você foi...o sonho ...
Que parecia real...
Você foi...a luz ...
Perdida no meu coração...
Você foi... o talvez...
Que poderia ter sido mais...
Você foi...parte de mim e virou adeus..
Você foi...a lágrima que virou fim...

Valéria Lopes

domingo, 3 de julho de 2011

Seus olhos...
Às vezes escondem segredos que eu desconheço,
E me fazem recordar cada traço de seu rosto;
Seus olhos...
Dizem tanta coisa, vêem tantas coisas, que eu gostaria de estar entre eles, fazer nascer o seu sorriso;
Seus olhos...
Possuem o encanto que me fascina, e em cada brilho de luar, eu procuro encontrar a luz dos seus olhos e me afugentar neles como prisioneira;
Seus olhos...
Revelam em seu rosto a expressão de um anjo;
Seus olhos...
Às vezes marcados pelas lágrimas, destacam o brilho das estrelas;
Compõe uma música de amor;
Seus olhos...
Nada falam, mas eles dizem, tudo no momento em que se fecham e você toca suavemente em meus lábios.
(Valéria Lopes)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Poesia e Sonho...

É preciso poesia...para alimentar o sonho para criar cenários, envolver pessoas e sentimentos, com mágicas palavras que desenham o sorriso...criam sentimentos...então a realidade imita o imaginário... envolve-se em climas sedutores ...doces palavras que surtem o efeito de sonhos ...revelam a alma espelham personagens, assim é a poesia e o sonho dosados com a felicidade em palavras escritas com amor ...perfumadas num papel....
                              
                           POESIA E SONHO É ASSIM...




                     Valéria Lopes
Abra o teu coração...
Abra o teu coração... Permita que o sentimento invada o teu íntimo e te faça mais brilhante, mais feliz!
Abra o teu coração... Sem medos, sem preconceitos, abra as portas das emoções, distribua o teu “ser” à quem realmente mereça viver um grande amor junto contigo;
Abra os teus braços aqueça uma pessoa, beije-a com ternura, então abra o teu coração e sinta o desejo de compartilhar os teus sonhos e momentos especiais... Afim de lembrá-los para sempre!
Feche as portas da solidão, mande-a para bem longe de ti, onde nunca mais possa achá-la...
Abra apenas o teu coração para harmonizar a tua vida com a doçura de uma companhia... Para deixar que o teu sorriso reapareça;
E simplesmente desapareça as lágrimas de tristeza;
Abra o teu coração, para receber um presente divino, que é apenas o amor;
O amor que eu sinto por você...
Simplesmente abra o teu coração para mim...
(Valéria Lopes)
Lágrimas...
Lágrimas se fundem... Com pensamentos de tristeza e saudade... Coração apertado... Sensação de se estar num mundo escuro e perdido...
Nuvens densas escurecem o brilho do dia e da noite... Ecos chorosos de ausências constantes... Deito-me ao chão... e levo meu pensamento ao céu que reflete um rosto que há pouco me pertencia... Mas que agora se distancia de mim...
Tranco essa tristeza em silêncio dentro desta minha alma que parece morrer um pouco a cada novo amanhecer...
Gritos de dor se escondem nestes meus lábios calados, fontes de lágrimas transbordam em cada olhar meu... Em direção de tudo que amo e que preciso...
Ontem havia em mim uma luz que refletia sempre em meu rosto, um sorriso... Hoje existe apenas rastros de uma felicidade perdida que revela um vazio... Um abismo de tristeza...
Tento encontrar forças para suportar cada golpe deste amor... Mas sempre caio em nocaute sem defesas... Sem chances de me restabelecer... Meu coração precipitado em amar esqueceu-se que poderia sofrer e hoje como conseqüência disso é esmagado pela “Indiferença”...
O que será de mim, se caminho triste nesta estrada infinita que se chama saudade???
O que será de meus sonhos... Se perdi quem poderia realizá-los???
Quem sabe amanhã... Seja um novo dia... Quem sabe cada lágrima, cada tristeza seja apagada e talvez quem sabe eu possa ser feliz novamente, como um dia fui...
E quem sabe assim você reconheça... Que me ama ainda... E me peça para voltar...
(Valéria Lopes)

terça-feira, 7 de junho de 2011

Marcas do tempo...
Nascera pequenina, flor em botão;
Trazia consigo o brilho de um olhar sonhador;
As mãos pequeninas, os lábios nada diziam;
Vivera num mundo de sonhos e fantasias;
Crescera com a esperança em seu coração de um dia ser feliz...
Com o passar do tempo já não era mais botão;
Crescera como flor “menina mulher...”;
Em suas formas perfeitas havia a essência que a transformara num anjo cheio de encantos;
Nascera em seu íntimo o desejo de viver um grande amor, percebera então a dor da ausência;
A indiferença bombardeara o seu pobre e pequenino coração, ficara para sempre as marcas do tempo que a agrediram e a fizeram murchar em silêncio...
(Valéria Lopes)